cotriela força da união

  • SERVIÇO DE PREVISÃO DO TEMPO ESTÁ INDISPONÍVEL NO MOMENTO.

novidades

noticias

Publicada: 29/08/2017

Governo intensificará trabalhos para certificar propriedades livres de brucelose e tuberculose

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Fonte: Setor de Comunicação Cotriel

Na quinta-feira 24, uma das estações do Dia de Campo da CCGL tratou sobre “Certificação de propriedades livres de Brucelose e Tuberculose. O  médico veterinário da Secretaria da Agricultura do RS - Seapi, Rodrigo Hetges,  em sua abordagem situou os produtores presentes sobre as causas e consquencias das doenças, que são  causadas por bactérias , podendo infectar, além dos bovinos, qualquer mamífero. Por serem  zoonoses, ou seja, doenças transmitidas dos animais pros humanos, o controle é fundamental, por se tratar de um caso de saúde pública.

Levantamento feito em propriedades de todo o Estado, aponta que  3,5% das propriedades são foco de brucelose e de tuberculose são em torno de 3%. Porém, em propriedades leiteiras, 10% são foco da doença, ou seja, em determinadas regiões, de cada 10 propriedades, 1 é foco de tuberculose, o que significa que a  fase é de controlar a  doença, uma vez que a  erradicação é um trabalho longo.

Rodrigo fala das formas de transmissão, como prevenir,  medidas de higiene como instalação de bebedouros com água limpa, para que os animais não busquem poças de água, como o teste é feito e quanto tempo é necessário para repeti-lo e ele enfatiza que a partir do momento que a propriedade estiver livre destas doenças,  só poderá receber animais de outras propriedades livres de tuberculose e brucelose, ou de fazendas onde ocorreram dois testes negativos consecutivos, uma vez que a compra de animais de propriedades não livres acarreta na perca do certificado, sendo necessária a realização de todo o processo para garantia do certificado de propriedade livre.

Segundo Rodrigo, a  certificação é necessária para a exportação de leite para mercados que retribuem melhor financeiramente ao produto.

Ouça aqui parte da explanação do médico veterinário da Seapi.